I made this widget at MyFlashFetish.com.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Dia internacional da NÃO violência contra as mulheres



25 de novembro: dia internacional da NÃO violência contra as mulheres
Quem tem ou teve mãe, sabe a importância que as mulheres tem para o mundo.
Violência não leva a nada! O amor te leva pra qualquer lugar.

Pense nisso...

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A dor


“A dor tem a capacidade de cortar nossas asas e nos impedir de voar”

Chapeuzinho como você nunca viu...

Muito engraçada essa versão que fizeram para o conto de "chapeuzinho vermelho" confiram!!! e ai aprovado???

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Diário vaticano critica "Lua Nova", a saga do filme Crepúsculo

Diário vaticano critica "Lua Nova", a saga do filme Crepúsculo












         ROMA, 23 Nov. 09 (ACI) .- O jornal L'Osservatore Romano (LOR) publicou em sua edição desta sexta-feira um artigo no qual critica a nova produção "Lua Nova (New Moon)", saga de "Crepúsculo", uma história que relata o triângulo amoroso entre um vampiro vegetariano, um lobisomem e uma adolescente solitária que não encaixa em seu ambiente.

       Esta segunda parte da saga mostra a protagonista Bela Swan, deprimida pela partida de seu noivo Edward Cullen, o vampiro, que a deixa para não colocar a vida de sua amada em perigo. Assim se aproxima de seu amigo Jacob Black, quem na realidade é um lobisomem.

       "Em Lua Nova –diz LOR– Bela acaba de cumprir 18 anos mas está cheia de cicatrizes não curadas, não só exteriores, é uma moça próxima aos lobisomens que vive em equilíbrio entre dois mundos e foi ferida por quem deveria tê-la protegido".
 

















        O jornal vaticano assinala que este filme "já gerou comentários de muitos (críticos profissionais e não profissionais, bloggers e outros) e a repetição até o cansaço do já foi dito e ouvido sobre o primeiro episódio: se trataria de pura propaganda moralmente perigosa, de um 'elogio à repressão sexual em si mesma', de uma espécie de anúncio cristão camuflado como best seller juvenil".

       Com esta tendência, diz o artigo, "terei que tirar o chapéu" para a autora Stephanie Meyers, quem escreveu a saga e "que foi capaz de dourar a pílula para encobrir o severo alerta obscurantista com alguns" clichês "para ir criando uma máquina de dinheiro que funciona à toda potência em todo o mundo".

       Depois de comentar o tratamento pouco claro da produção sobre a sexualidade, LOR descreve que no filme "existe uma zona escura, uma hostil ansiedade comum a todos os personagens principais, assim como o medo a serem divididos pelo tempo que passa (apenas para Bela, a protagonista, pois Edward, o vampiro, terá sempre 17 anos) e o terror de decepcionar a pessoa amada, de perdê-la para sempre ou de causar-lhe um mal irremediável, como sucedeu com o Romeu" de Shakespeare.













        Como em Crepúsculo, "a opção por fazer que os 'monstros' assim como os vampiros e os lobisomens falem é um eficaz instrumento expressivo fazendo que a própria pessoa esteja diante do enigma da liberdade e do misterioso impulso de morte que envenena a vida gerando violência, infelicidade e caos no mundo dos humanos, a 'ferida original' que todos têm dentro".

       É melhor, prossegue o artigo do LOR, "evitar chamar 'pecado' (seu aroma a incenso poderia alarmar aos laicistas) à 'ferida original' que pode ser traduzida como a sombra que envolve as relações de amizade ou amor, que transforma à chamada sociedade civil em uma instância de crueldade e ferocidade".

       Pode-se ver, ademais, "a facilidade com a que um afeto profundo ou inclusive uma relação de simples empatia se transforma em uma relação de poder, e o gosto amargo da 'espinhosa realidade', como escrevia Rimbaud, que se revela na contínua repetição do mecanismo de 'tensão para o cumprimento, desilusão, reação violenta'".

















      O texto assinala também que a "cada certo tempo o registro constantemente alto do roteiro faz tropeçar os diálogos em qualquer ingenuidade e não faltam algumas estupidezes e quedas da tensão, sobre tudo nas cenas rodadas na Itália, em Montepulciano (…) mas os intérpretes parecem convincentes (ao menos até agora) e irônicos inclusive fora do set: '75 por cento do mérito é dos cabelos', responde Robert Pattinson (Edward) ao ser perguntado pelo êxito planetário do bom vampiro, um pouco James Dean, um pouco ícone dark de quem vive na cidade mais chuvosa dos Estados Unidos".

     De outro lado, o perito em cinema do Pontifício Conselho para a Cultura, Dom Franco Perazzolo, assinalou que a esta produção constitui "um vazio mais perigoso que qualquer tipo de mensagem desviada".

"O gênero vampiresco combina uma série explosiva de imagens que sempre atrai às jovens gerações para os extremos, depois do qual se encontra o vazio", disse.



segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Estilo: O jeito de cada tribo

       Já se foi o tempo do roqueiro que só se vestia de preto e do gótico que não ouvia reggae. As tribos urbanas ainda estão aí, mas os jovens transitam sem problemas entre elas. "É como se surfassem umas nas outras", diz a psicóloga e pesquisadora de moda Cristiane Mesquita. "Eles se apropriam de elementos estéticos de algumas tribos, mas são raros os que seguem seus códigos a fundo." Uma tribo urbana é uma espécie de pacote de gosto musical, ídolos, roupas e acessórios.  
        É uma forma de sinalizar aos outros o que se é – ou não é nada disso. Pode ser simplesmente a expressão sem compromisso da preferência momentânea por uma moda ou por um artista pop. Quando saem para a balada, muitos jovens se vestem de acordo com a ocasião. A roqueira que usa roupa de couro durante seis dias da semana pode renascer clubber para uma festa a caráter no sábado. VEJA Jovens reuniu representantes das seis tribos urbanas mais numerosas do Brasil e pediu a eles que contassem como é seu estilo pessoal.



Fotos Marlos Bakker
Eclética
Luiza Zaidan Pereira Mendes, 17
Estudante do ensino médio
 
Seus estilos de música preferidos são hip hop, pop e samba. É fã da banda americana Lifehouse e da musa dos teens rebeldes Avril Lavigne
Gosta de ir ao cinema. Adorou Gangues de Nova York, À Espera de um Milagre e A Bela e a Fera
Teve um piercing na língua, mas já o tirou. Agora tem vontade de fazer uma tatuagem, porém ainda está indecisa
Suas roupas são básicas: jeans M.Officer, camiseta da Track & Field, Siberian e C&A e tênis Nike
Vai a poucas baladas, gosta mesmo é das festas na casa dos amigos
Não tem nenhum ídolo
O que sempre carrega na mochila da escola além do material: a carteira e chicletes


Surfista
Luigi Ucelli di Nemi, 17
Estudante do ensino médio
 
Seus sons preferidos são reggae, rock e rap. O cantor do momento para ele é o americano Ben Harper, considerado pelos fãs uma mistura moderna de Jimi Hendrix com Bob Marley
Sua prancha preferida é Bushman; a parafina da hora é Sticky Bumps. Para ele, o melhor calção para surfar é Quiksilver, com camiseta Oakley ou O'Neill. Roupa de borracha é da Rip Curl ou O'Neill
Surfa no Litoral Norte de São Paulo, mas sonha viajar para a Indonésia
Usa bermudas Gap e Volcom, camisetas de campeonatos de surfe e tênis Reef
Sua maior diversão é ficar batendo papo com os amigos na água, boiando em cima da prancha enquanto espera as ondas
Seu maior ídolo é Kelly Slater, surfista americano, seis vezes campeão mundial
Em sua mochila da escola vão cadernos, canetas, livros didáticos e um casaco


Clubber
Vanessa Cristina Vieira, 22
Consultora de moda
 
Seu som preferido é o tecno. É fã dos DJs Mau-Mau e do casal Ana & Davi, que tocam nos clubes de São Paulo. Adora festivais de música eletrônica e raves
Os cuidados com o visual incluem esmalte preto nas unhas e delineador preto da Avon, que também usa para fazer bolinhas nas pálpebras
Gosta do escritor Paulo Coelho e seu livro preferido é Veronika Decide Morrer
Tem uma tatuagem pequena nas costas e quatro piercings (na barriga, no nariz e nos mamilos)
Gosta de usar saia curta, coturno, camisetas coloridas. Como acessório, um colar do Exército americano feito de strass. As marcas preferidas são Reinaldo Lourenço, A Mulher do Padre e Sommer
Seu maior ídolo é DJ Rush, que mistura efeitos eletrônicos com música brasileira e The Beatles
Na bolsa vão cremes, óculos, CDs, documentos, celular, agenda, maquiagem e às vezes uma muda de roupa


Roqueira
Luíza Matsushita, 19
Estudante de design digital
 
Só ouve rock e hard rock. Curte desde os jurássicos australianos do AC/DC até as bandas mais recentes, como The Donnas, Turbonegro, Hellacopters, Backyard Babies
Maquia-se todos os dias antes de sair de casa. Passa muito lápis preto, muito blush, base, iluminador e brilho nos lábios
Gosta de cinema e é fã do filme Quase Famosos, de Cameron Crowe, sobre um adolescente escalado para cobrir uma turnê de uma banda de rock para a revista Rolling Stone. Mantém um fotolog com o pseudônimo de Lovefoxxx
Não gosta de livros, prefere revistas moderninhas, como a inglesa The Face
Sua roupa para a balada e para o dia-a-dia é a mesma. Calça jeans justa sem marca, camiseta com cara de antiga ou de banda, tênis de cano longo All Star, Reebok e Vans. Jaqueta em estilo tradicional
old school
Seu maior ídolo é Terry Richardson, fotógrafo que se denomina "rocktografer"
Tem sempre na bolsa uma garrafa de água, chiclete, porta-CDs de oncinha, discman, uma agenda pink e laranja, caderno, lapiseira e celular


Esportista
Eduardo de Souza Ramos Figueiredo, 16
Estudante do ensino médio
 
Curte MPB, reggae e rock. Ouve tanto a banda de surfe e skate music californiana Sublime quanto o pantaneiro Almir Sater
Sua maior paixão é pedalar. Tem uma bicicleta Aerotech e vai a todo canto com ela. Gosta de fazer mountain bike e é faixa marrom de caratê
Uma de suas poucas vaidades é tosar os cabelos com máquina
Seu uniforme para o dia-a-dia é composto de bermuda de tactel com logomarcas oficiais de campeonatos de surfe e ralis, tênis Timberland e camiseta Hering
Seus programas noturnos preferidos são jantar e cama. De vez em quando vai a um barzinho calmo ou a uma pizzaria
Seu maior ídolo é Michael Schumacher, campeão de Fórmula 1
Carrega sempre na mochila da escola livros, carteira e canivete suíço


Zeca Rodrigues
Hip Hop
Juliana Maria da Silva, 18
Cabeleireira
 
Ouve hip hop e rhythm'n'blues. Revezam-se em seu CD player os discos da dupla francesa de soul Les Nubians e da musa do hip hop Missy Elliott
Lê revistas de moda, estilo e música negra americanas. Curte livros de sociologia e história negra. Está lendo Esmeralda -- Por Que Não Dancei, autobiografia de Esmeralda Ortiz, uma ex-menina de rua viciada em crack
O filme preferido é o brasileiro Cidade de Deus, de Fernando Meirelles
Capricha no visual moderno, sempre usando uma saia e uma camiseta combinadas com botas e tênis bacanas. Não se importa com grifes, mas gosta de jovens estilistas brasileiros, como Caio Gobbi e Andrea Bilinski
A balada preferida é aquela em que rola música black
Tem vários ídolos negros, entre eles a cantora de rhythm'n'blues Jill Scott
Sempre carrega na bolsa creme hidratante, batom, o livro que está lendo, um dicionário de bolso inglês-português e um caderninho para anotar pensamentos e letras de rap que está compondo

sábado, 21 de novembro de 2009

Linguagem corporal

As tatuagens enormes crescem
no corpo dos modernos – e
também de executivos


Silvia Rogar
Claudio Rossi

Paulo Rocha/Vip

A tribal de Coy, o dragão de Tathiana e a variedade de Syang (à dir.): "Obras de arte"




Veja também

Uma galeria de fotos de tatuados famosos
Começou discretamente: uma estrelinha aqui, um ideograma ali, uma florzinha acolá, sempre em locais fáceis de cobrir com a roupa ou com o cabelo. Aí, o modismo se vulgarizou e, para continuar a causar efeito, as tatuagens foram aumentando, aumentando – até chegar aos atuais desenhos enormes, que dificilmente passam despercebidos. E não é só coisa de moderno ou de membro da Yakuza, a máfia japonesa. Nos estúdios especializados no assunto, é cada vez maior o número de gente comum, sem nenhuma ligação com as tribos tradicionais dos tatuados, que decide "fechar" as costas todas ou um braço inteiro com uma única pintura, gigantesca, ou uma série delas. "As pessoas passaram a procurar desenhos maiores e exclusivos, que as diferenciem. E querem mostrá-los, como uma jóia", analisa Sérgio Maciel, o Led's, presidente do Sindicato (isso mesmo) dos Tatuadores de São Paulo. Embarcam na atual onda tatuadora, entre outros, os muito malhados, os roqueiros e, claro, a turma que adora seguir a moda à risca. Na surda disputa pelo maior desenho, ganha a apresentadora Tathiana Mancini: com 1,77 metro de altura, ela estampou há dois anos um dragão de 1,12 metro de comprimento enroscado no dorso (tem ainda uma mandala indiana ocupando todo o pé direito). "Acho as costas uma parte do corpo muito sexy e decidi usá-las como tela mesmo", diz, nada arrependida. É seguida de perto pelo marido, o produtor de eventos Coy Freitas, dono de uma gigantesca tribal "no estilo das Ilhas Marquesas, na Polinésia Francesa", que ocupa o braço direito, do dedo mindinho à nuca. "É uma obra de arte. Você não dobra a esquina e vê alguém com o mesmo desenho", exalta.


Renato Chaui

A japa girl Christina: só três, "mas todas enormes"

Os tatuadores não gostam de chamar de moda uma decisão que vale para a vida toda, mas reconhecem que, desde que todo mundo que é famoso resolveu se tatuar, o preconceito despencou e o número de adeptos não pára de crescer. "Estou fazendo um samurai que ocupa as costas inteiras de um executivo. Só que ele sai de terno e ninguém desconfia", conta o carioca Caio Freire, tatuador de um vasto time de famosos. Quando surgiram os primeiros tatuadores profissionais no Brasil, há quase trinta anos, era praticamente impossível encontrar um engravatado entre a clientela. Os adeptos de então eram surfistas no estilo "menino do Rio", marinheiros e motoqueiros – estes, os primeiros "rebeldes" da tatuagem, com suas caveiras e correntes. A prática, no entanto, é milenar em culturas tribais. No Ocidente, o primeiro registro escrito apareceu em 1769, quando o explorador inglês James Cook desembarcou no Taiti e viu que os nativos injetavam, com finíssimas espinhas de peixe, pigmentos sob a pele – o que chamavam de tatu. Ao longo dos séculos, o processo foi se modernizando: agora as tintas têm cores mais vibrantes, a assepsia nos melhores estúdios lembra a de uma clínica médica e os métodos de cicatrização se aprimoraram.



Jesse de Pina

Marina: pelo menos uma nova tatuagem por ano

Só não mudou, mesmo, a dor das agulhadas. Tatuar-se, hoje e sempre, exige muito estoicismo – dá arrepio só de pensar no sacrifício exigido pela pantera totalmente negra das costas de Lulo, da Casa dos Artistas. Para injetar o pigmento, as agulhas perfuram, ponto a ponto, cerca de 3 milímetros da pele a ser desenhada. Uma tatuagem que ocupe as costas inteiras demanda, pelo menos, trinta horas, divididas em sessões que podem durar de duas a cinco horas, e o trabalho final não costuma sair por menos de 2.000 reais. Melhor não se arrepender: a remoção é dificílima. Mesmo o processo a laser, o mais eficiente, só atua com alguma chance de sucesso sobre as tatuagens de cor única e escura. Por isso, preencher boa parte do corpo com desenhos é coisa para quem tem certeza do que quer, como a roqueira fã de heavy metal Syang, 31 anos, onze tatuagens (desenhos rendilhados nos dois braços, uma mordida de vampiro no pescoço e uma teia de aranha no cotovelo), a outra desenhada da Casa dos Artistas. Ou a muito moderna Christina Hiura, 28 anos, a "japa girl" da música de Supla, que só tem três, "mas todas enormes – uma mulher-gato, uma coleção de caveiras e uma que fecha as costas". "Não dá para escolher um desenho ou lugar para tatuar só porque é moda", avisa o estilista paulista Marcelo Sommer, 34 anos, dezoito tatuagens. "As minhas representam várias fases que passei." Outra adepta pioneira, a modelo Marina Dias, 25 tatuagens, grava pelo menos uma nova por ano (estamos em março e ela já fez duas). "É como cirurgia plástica – quem gosta sempre põe um pouco mais de silicone", compara.

  A marca da tribo
As preferências dos loucos por desenhos na pele variam conforme o grupo:
LUTADORES: entre os adeptos das artes marciais, há o grupo do bem, que gosta de ideogramas, e os pitboys, que, como o nome indica, se tatuam com caras de cachorro.
MALHADORES: favorecem os desenhos tribais com detalhes coloridos e as formas geométricas. Quanto maiores, melhor.
MOTOCICLISTAS: pioneiros das megatatuagens, estão com as caveiras, águias e correntes e não abrem.
GAYS: adoram temas extraídos dos mangás (quadrinhos japoneses) e os braceletes largos com estampas tribais.
MODERNOS: pin-ups e temas orientais. Destaques: dragões, dragões e dragões.
PATRICINHAS: ainda preferem as tatuagens delicadas, como as estrelinhas de Gisele Bündchen e Mel Lisboa

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Pestiscar entre as refeições arrasa a sua dieta!!


O cardápio da dieta você tira de letra. Dificuldade mesmo é manter a boca sem ocupação entre uma refeição e outra. Fique sabendo que as inofensivas beliscadinhas ao longo do dia atrapalham - e muito! - o seu embate contra a balança. "Você petisca por pura falta de disciplina alimentar", afirma Roberta Stella, responsável pela equipe nutricional do portal Minha Vida: Yahoo!

A especialista conta que não ter horários estipulados para montar os pratos facilita o aparecimento da famosa gula. Comer de pedacinho em pedacinho faz com que a ingestão de calorias extras passe despercebida. "Um pedaço de chocolate no início do dia pode resultar em uma barra inteira no final", alerta a nutri. Até tu, Brutus?



E engana-se quem pensa que optar por alimentos na versão light (você sabe a diferença entre light e diet?) ou saudáveis, como as frutas, torna o pecado menos prejudicial à dieta. Roberta afirma que pequenas beliscadas, seja qual for o alvo, acabam levando ao excesso calórico.




"É claro que as frutas somam menos calorias se comparadas com bolachas, mas é comum as pessoas caírem em armadilhas. As frutas secas, por exemplo, apresentam uma quantidade calórica relevante".



Por outro lado, o jejum prolongado (fique atento aos malefícios das dietas radicais) também não é nada bom para quem luta contra o ponteiro da balança. O ideal é que o intervalo entre as refeições não ultrapasse quatro horas. Seguindo essa orientação, dá para organizar o cardápio do dia em cinco refeições: café-da-manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar.






Batalha contra a boca nervosa

Para não cair em tentação durante o período que intercala as cinco refeições, faça um monitoramento do que você come. "Isso pode ser feito através de anotações diárias sobre tudo que é ingerido", explica a nutricionista do Minha Vida.




Dessa forma, é fácil detectar eventuais errinhos e saber quantas calorias balas, chicletes, bolachas recheadas, salgadinhos e chocolate somam (calcule as calorias das escapadinhas da dieta).






Distinguir a fome da vontade de comer é outro passo importante na hora de se reeducar. Dificilmente os fãs dos petiscos sentem o estômago vazio o dia todo. "A fome é um processo fisiológico. Já a vontade de comer pode ser um simples mau hábito, ou ainda, ter relação com algum processo psicológico", afirma Roberta a respeito de como emoções diversas podem ser transferidas para a comida. "Às vezes, você pode estar passando por um momento de estresse ou muita cobrança pessoal e profissional e, por ansiedade, recorre aos petiscos", exemplifica.







Além dessas táticas (aprenda mais truques para driblar suas dificuldades), deixar a gaveta do escritório livre das tentações é uma boa alternativa. Se você quiser testar sua resistência, guarde um pacote de bolacha e lance mão de 3 ou 4 por vez. "Quando o impulso de comer mais for grande, controle-se. Afinal, fome não é", aconselha Roberta.
Protected by Copyscape Plagiarism Checker