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sábado, 21 de novembro de 2009

Linguagem corporal

As tatuagens enormes crescem
no corpo dos modernos – e
também de executivos


Silvia Rogar
Claudio Rossi

Paulo Rocha/Vip

A tribal de Coy, o dragão de Tathiana e a variedade de Syang (à dir.): "Obras de arte"




Veja também

Uma galeria de fotos de tatuados famosos
Começou discretamente: uma estrelinha aqui, um ideograma ali, uma florzinha acolá, sempre em locais fáceis de cobrir com a roupa ou com o cabelo. Aí, o modismo se vulgarizou e, para continuar a causar efeito, as tatuagens foram aumentando, aumentando – até chegar aos atuais desenhos enormes, que dificilmente passam despercebidos. E não é só coisa de moderno ou de membro da Yakuza, a máfia japonesa. Nos estúdios especializados no assunto, é cada vez maior o número de gente comum, sem nenhuma ligação com as tribos tradicionais dos tatuados, que decide "fechar" as costas todas ou um braço inteiro com uma única pintura, gigantesca, ou uma série delas. "As pessoas passaram a procurar desenhos maiores e exclusivos, que as diferenciem. E querem mostrá-los, como uma jóia", analisa Sérgio Maciel, o Led's, presidente do Sindicato (isso mesmo) dos Tatuadores de São Paulo. Embarcam na atual onda tatuadora, entre outros, os muito malhados, os roqueiros e, claro, a turma que adora seguir a moda à risca. Na surda disputa pelo maior desenho, ganha a apresentadora Tathiana Mancini: com 1,77 metro de altura, ela estampou há dois anos um dragão de 1,12 metro de comprimento enroscado no dorso (tem ainda uma mandala indiana ocupando todo o pé direito). "Acho as costas uma parte do corpo muito sexy e decidi usá-las como tela mesmo", diz, nada arrependida. É seguida de perto pelo marido, o produtor de eventos Coy Freitas, dono de uma gigantesca tribal "no estilo das Ilhas Marquesas, na Polinésia Francesa", que ocupa o braço direito, do dedo mindinho à nuca. "É uma obra de arte. Você não dobra a esquina e vê alguém com o mesmo desenho", exalta.


Renato Chaui

A japa girl Christina: só três, "mas todas enormes"

Os tatuadores não gostam de chamar de moda uma decisão que vale para a vida toda, mas reconhecem que, desde que todo mundo que é famoso resolveu se tatuar, o preconceito despencou e o número de adeptos não pára de crescer. "Estou fazendo um samurai que ocupa as costas inteiras de um executivo. Só que ele sai de terno e ninguém desconfia", conta o carioca Caio Freire, tatuador de um vasto time de famosos. Quando surgiram os primeiros tatuadores profissionais no Brasil, há quase trinta anos, era praticamente impossível encontrar um engravatado entre a clientela. Os adeptos de então eram surfistas no estilo "menino do Rio", marinheiros e motoqueiros – estes, os primeiros "rebeldes" da tatuagem, com suas caveiras e correntes. A prática, no entanto, é milenar em culturas tribais. No Ocidente, o primeiro registro escrito apareceu em 1769, quando o explorador inglês James Cook desembarcou no Taiti e viu que os nativos injetavam, com finíssimas espinhas de peixe, pigmentos sob a pele – o que chamavam de tatu. Ao longo dos séculos, o processo foi se modernizando: agora as tintas têm cores mais vibrantes, a assepsia nos melhores estúdios lembra a de uma clínica médica e os métodos de cicatrização se aprimoraram.



Jesse de Pina

Marina: pelo menos uma nova tatuagem por ano

Só não mudou, mesmo, a dor das agulhadas. Tatuar-se, hoje e sempre, exige muito estoicismo – dá arrepio só de pensar no sacrifício exigido pela pantera totalmente negra das costas de Lulo, da Casa dos Artistas. Para injetar o pigmento, as agulhas perfuram, ponto a ponto, cerca de 3 milímetros da pele a ser desenhada. Uma tatuagem que ocupe as costas inteiras demanda, pelo menos, trinta horas, divididas em sessões que podem durar de duas a cinco horas, e o trabalho final não costuma sair por menos de 2.000 reais. Melhor não se arrepender: a remoção é dificílima. Mesmo o processo a laser, o mais eficiente, só atua com alguma chance de sucesso sobre as tatuagens de cor única e escura. Por isso, preencher boa parte do corpo com desenhos é coisa para quem tem certeza do que quer, como a roqueira fã de heavy metal Syang, 31 anos, onze tatuagens (desenhos rendilhados nos dois braços, uma mordida de vampiro no pescoço e uma teia de aranha no cotovelo), a outra desenhada da Casa dos Artistas. Ou a muito moderna Christina Hiura, 28 anos, a "japa girl" da música de Supla, que só tem três, "mas todas enormes – uma mulher-gato, uma coleção de caveiras e uma que fecha as costas". "Não dá para escolher um desenho ou lugar para tatuar só porque é moda", avisa o estilista paulista Marcelo Sommer, 34 anos, dezoito tatuagens. "As minhas representam várias fases que passei." Outra adepta pioneira, a modelo Marina Dias, 25 tatuagens, grava pelo menos uma nova por ano (estamos em março e ela já fez duas). "É como cirurgia plástica – quem gosta sempre põe um pouco mais de silicone", compara.

  A marca da tribo
As preferências dos loucos por desenhos na pele variam conforme o grupo:
LUTADORES: entre os adeptos das artes marciais, há o grupo do bem, que gosta de ideogramas, e os pitboys, que, como o nome indica, se tatuam com caras de cachorro.
MALHADORES: favorecem os desenhos tribais com detalhes coloridos e as formas geométricas. Quanto maiores, melhor.
MOTOCICLISTAS: pioneiros das megatatuagens, estão com as caveiras, águias e correntes e não abrem.
GAYS: adoram temas extraídos dos mangás (quadrinhos japoneses) e os braceletes largos com estampas tribais.
MODERNOS: pin-ups e temas orientais. Destaques: dragões, dragões e dragões.
PATRICINHAS: ainda preferem as tatuagens delicadas, como as estrelinhas de Gisele Bündchen e Mel Lisboa

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Pestiscar entre as refeições arrasa a sua dieta!!


O cardápio da dieta você tira de letra. Dificuldade mesmo é manter a boca sem ocupação entre uma refeição e outra. Fique sabendo que as inofensivas beliscadinhas ao longo do dia atrapalham - e muito! - o seu embate contra a balança. "Você petisca por pura falta de disciplina alimentar", afirma Roberta Stella, responsável pela equipe nutricional do portal Minha Vida: Yahoo!

A especialista conta que não ter horários estipulados para montar os pratos facilita o aparecimento da famosa gula. Comer de pedacinho em pedacinho faz com que a ingestão de calorias extras passe despercebida. "Um pedaço de chocolate no início do dia pode resultar em uma barra inteira no final", alerta a nutri. Até tu, Brutus?



E engana-se quem pensa que optar por alimentos na versão light (você sabe a diferença entre light e diet?) ou saudáveis, como as frutas, torna o pecado menos prejudicial à dieta. Roberta afirma que pequenas beliscadas, seja qual for o alvo, acabam levando ao excesso calórico.




"É claro que as frutas somam menos calorias se comparadas com bolachas, mas é comum as pessoas caírem em armadilhas. As frutas secas, por exemplo, apresentam uma quantidade calórica relevante".



Por outro lado, o jejum prolongado (fique atento aos malefícios das dietas radicais) também não é nada bom para quem luta contra o ponteiro da balança. O ideal é que o intervalo entre as refeições não ultrapasse quatro horas. Seguindo essa orientação, dá para organizar o cardápio do dia em cinco refeições: café-da-manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar.






Batalha contra a boca nervosa

Para não cair em tentação durante o período que intercala as cinco refeições, faça um monitoramento do que você come. "Isso pode ser feito através de anotações diárias sobre tudo que é ingerido", explica a nutricionista do Minha Vida.




Dessa forma, é fácil detectar eventuais errinhos e saber quantas calorias balas, chicletes, bolachas recheadas, salgadinhos e chocolate somam (calcule as calorias das escapadinhas da dieta).






Distinguir a fome da vontade de comer é outro passo importante na hora de se reeducar. Dificilmente os fãs dos petiscos sentem o estômago vazio o dia todo. "A fome é um processo fisiológico. Já a vontade de comer pode ser um simples mau hábito, ou ainda, ter relação com algum processo psicológico", afirma Roberta a respeito de como emoções diversas podem ser transferidas para a comida. "Às vezes, você pode estar passando por um momento de estresse ou muita cobrança pessoal e profissional e, por ansiedade, recorre aos petiscos", exemplifica.







Além dessas táticas (aprenda mais truques para driblar suas dificuldades), deixar a gaveta do escritório livre das tentações é uma boa alternativa. Se você quiser testar sua resistência, guarde um pacote de bolacha e lance mão de 3 ou 4 por vez. "Quando o impulso de comer mais for grande, controle-se. Afinal, fome não é", aconselha Roberta.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Como cuidar do seu tipo de cabelo?



"O cuidado com a aparência é importante para vida social, e o cabelo faz parte do conjunto que é apresentado para as pessoas, por isso segue algumas dicas para o cuidado das cabeleiras de acordo com cada tipo de cabelo:"


Seco:



Lave a cada dois dias, passando shampoo só uma vez. De preferência, enxágue com água fria.

(Tá bom, pode ser morninha, só não pode ser quente!)

• Use produtos com queratina e faça hidratação uma vez por semana.

• Passe silicone em toda a extensão dos fios antes de usar o secador.

• Evite aplicar gel, mousse e produtos que tenham álcool.






Oleoso:


• Lave todo dia, se possível pela manhã.

• Use condicionador só nas pontas ou aplique leave-in (sem enxágue), só nas pontas também.

• A cada 15 dias, passe algodão com álcool sobre a raiz. Deixe secar, escove e lave bem.

• Evite massagear demais o couro cabeludo ao lavá-lo.







Normal:


• Lave dia sim, dia não (e nada de molhá-los com água muito quente!).

• Escolha um shampoo neutro para uso frequente.

• Use condicionador em toda a extensão, mas sem encostar na raiz.

• Evite usar gel ou mousse. Eles deixam o cabelo pesado e sem vida.








Misto:


• Mantenha o corte mais curto que puder. Quando os fios são muito compridos, a oleosidade natural não alcança as pontas, que secam ainda mais.

• Antes de dormir, escove seu cabelo. Assim, você ativa a circulação do sangue no couro cabeludo e a oleosidade vai da raiz para todo o comprimento dos fios.

• Não caia no erro de usar shampoos para cabelos secos. O ideal é usar um shampoo para cabelo oleoso, lavando bem a raiz, e um condicionador para cabelo seco, passando somente nas pontas.




Com química


• Se você fez mais de uma química no cabelo - por exemplo, tintura e alisamento - alterne os produtos adequados a cada caso. Então, se for lavar o cabelo três vezes por semana, use xampu e condicionador para cabelos alisados duas vezes e produtos para fios com coloração uma vez.

• Esfregue a raiz suavemente com os dedos, nunca com as unhas!

• Não use xampu antirresíduos. Ele deixa os fios porosos e faz a cor desbotar rápido. Se quiser muito usá-lo, o intervalo mínimo recomendado é de 15 dias, seguido por uma hidratação.


• Prefira os xampus e condicionadores com protetor solar. Eles preservam o brilho da cor.


(Texto: Fernanda Cury )



A ciência explica o aborrecente

A moçada briga, chuta a porta,
bate boca com os pais e grita sem motivo?
Tudo bem. A culpa é do cérebro deles,
que ainda está em fase de formação

 

       Sempre se pensou que a culpa era do vulcão de hormônios colocado em ebulição pelo processo de crescimento. Ou da angústia existencial própria de uma época de transição. Há agora uma nova explicação: o que se passa na cabeça dos adolescentes é, por assim dizer, conseqüência do que se passa na cabeça deles. A garotada nem se ajustou direito às mudanças causadas em seu corpo pela puberdade e o cérebro também começa a mudar. Até pouco tempo atrás, acreditava-se que ao chegar à adolescência o cérebro já estivesse completamente formado. 
         Pesquisas recentes revelam que, ao contrário, nessa fase se inicia um processo de rearranjo dos neurônios tão intenso como aquele que aconteceu nos primeiros anos da infância. As áreas onde ocorrem as maiores transformações são justamente aquelas ligadas às emoções, ao discernimento e ao autocontrole. Essa é uma boa explicação científica para o comportamento tão impulsivo e temperamental dos teens. "Algumas áreas da estrutura cerebral só vão estar inteiramente maduras depois dos 20 anos", diz o psiquiatra Fábio Barbirato, da Santa Casa do Rio de Janeiro.




Região Parietal

Responsável pela atenção e noção de espaço


Atinge a maturidade aos 16 anos




Região Frontal

Responsável pelo autocontrole, pela capacidade de discernimento e pelo humor

Atinge a maturidade aos 20 anos

         Durante a adolescência, dois fenômenos acontecem no cérebro. Assim como nos bebês de 1 ano e meio, pipocam novas conexões entre os neurônios (as sinapses). Algumas áreas passam por grandes mudanças estruturais. A mais significativa acontece nos lobos frontais, área responsável pelo autocontrole e pelo senso de organização e de planejamento. Lá ocorre uma espécie de faxina nas sinapses feitas entre os neurônios durante toda a infância.    
      No decorrer do processo, a região dá uma encolhida, num fenômeno conhecido entre os especialistas como "poda". "É como se o cérebro sentisse, por volta da puberdade, que as velhas conexões são inúteis e que há necessidade de abrir espaço para outras, muito mais importantes, a ser feitas na idade adulta", explica o psiquiatra Jorge Alberto da Costa e Silva, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Outras partes do cérebro estão a mil. Uma delas é o sistema límbico, centro de processamento das emoções, como a raiva, que trabalha de forma exuberante. No adulto, essa área funciona de forma mais comedida.




Sistema Límbico

Responsável pelas emoções, como a raiva

Atinge a maturidade aos 20 anos



Região Temporal

Responsável pela memória


Atinge a maturidade aos 16 anos


          A imaturidade de certas áreas talvez explique por que as regiões do cérebro usadas pelos adolescentes são diferentes das utilizadas pelos adultos para as mesmas tarefas. Não se conhece muito bem o mecanismo, mas estudos mostram que os jovens podem interpretar certas coisas diversamente dos adultos – uma expressão facial de medo pode ser confundida com escárnio, por exemplo. 
       Na adolescência, o cérebro desenvolve a capacidade de planejar, organizar, controlar as emoções, entender os outros, fazer julgamentos e até decifrar a lógica matemática. A parte boa é que a cabeça está completamente aberta a novos conhecimentos. Quem tirar proveito disso terá um cérebro mais esperto quando for adulto.


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